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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A estética de matriz africana e seus ecos na Escola Parque no projeto Park Model

Em 2003, no Brasil, foi decretada a lei federal nº 10.639, que mudou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), ao estabelecer a obrigatoriedade do ensino e transmissão de cultura africana e afro-brasileira nos estabelecimentos de ensino públicos e privados de todo o País. Há debates a favor e contra essa decisão, com receio de que haja mais segregação ao se destacar a história do povo negro de outros temas curriculares. É importante salientar  que a compreensão da  nossa  memória ancestral, em   muito tem facilitado o entendimento de diversas questões relacionados aos territórios do corpo na contemporaneidade, as experiências estéticas do  vestir, adornar, enfeitar, portar, exibir, usar, apropriar-se do belo é viver e transmitir esse belo, e essa noção de beleza está profundamente relacionada à pertencimentos. Com a escolha de cores, materiais, acessórios, há construção de significados e sentidos ao vestir.
Ao pensar  estética negra,  não devemos desconsiderar  todas  essas relações sócio culturais   que  a mesma estabelece  com constituição identitária. 

Momento da contextualização do tema a estilista de turbantes Josy Azeviche relata suas experiências no campo da  estética  africana 

Compreender  sua  memória ancestral é  entender-se  negro, é pertencer 


Momento  do fazer   criativo  , diálogos com as experiências estéticas oriundas da diáspora Africana 

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